Login to your account

Username *
Password *
Remember Me

Economia

Economia (4)

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o ano de 2019 em 4,31%, divulgou neste mês o IBGE. A taxa ficou acima do centro meta de 4,25%, mas dentro do limite de variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Ou seja, a inflação poderia ficar entre 2,75% e 5,75%. Em 2018, o IPCA foi 3,75%.

Os preços do grupo alimentos e bebidas pesaram no bolso dos brasileiros no ano passado. A alta de 6,37% foi puxada, sobretudo, pelas carnes, cujos preços dispararam no mercado interno devido ao aumento das exportações para a China e à desvalorização do real.

“O destaque ficou com as carnes, cuja variação acumulada no ano foi de 32,40%, com a maior parte do aumento nos preços concentrada no último bimestre (27,61%). Pesou também a alta nos planos de saúde (8,24%), por conta do reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A alimentação fora do domicílio também influenciou o índice, em função do aumento das carnes”, disse o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

Dos nove grupos de despesa pesquisados, apenas artigos de residência tiveram deflação (-0,36%) em 2019. Os demais grupos apresentaram os seguintes índices de inflação: alimentação e bebidas (6,37%), habitação (3,9%), vestuário (0,74%), transportes (3,57%), saúde e cuidados pessoais (5,41%), despesas pessoais (4,67%), educação (4,75%) e comunicação (1,07%).

Já entre as regiões metropolitanas e capitais pesquisadas pelo IBGE, Belém acumulou maior inflação em 2019 (5,51%), também por conta da alta no preço das carnes. A região metropolitana da capital do Pará foi seguida por Fortaleza (5,01%), Campo Grande (4,65%), São Paulo (4,60%) e Goiânia (4,37%), todas acima da média nacional.

A menor taxa de inflação foi observada em Vitória (3,29%), influenciada pela queda na energia elétrica. Os outros menores índices foram registrados no Recife (3,71%), em Brasília (3,76%), Rio Branco (3,82%) e Salvador (3,93%).

Em dezembro, inflação foi a maior desde 2002

Os preços das carnes também puxaram a alta do IPCA em dezembro, que ficou em 1,15%, acima dos 0,51% registrados em novembro. Segundo Kislanov, foi o maior resultado para o mês de dezembro desde 2002, quando a inflação foi 2,10%.

“Outras altas foram observadas no mês, com destaque para os combustíveis (3,57%) e as passagens áreas, que subiram de 4,35% em novembro para 15,62% em dezembro. Os jogos de azar (12,88%) também impactaram a inflação de dezembro, em função do reajuste nos preços das apostas, vigente desde novembro”, disse o gerente do IPCA.

Calculado pelo IBGE desde 1980, o IPCA abrange famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos, que vivem nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia e Campo Grande. O índice completou 40 anos este mês. Veja reportagem especial no Lentes.doc.

INPC fica acima do IPCA

O IBGE também divulgou hoje (10) que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado como referência para os reajustes salariais, encerrou 2019 com alta de 4,48%, acima dos 3,43% de 2018. Em dezembro, o índice, calculado com base no rendimento das famílias que ganham de um a cinco salários mínimos, variou 1,22%. Foi o maior resultado para o mês desde 2002, quando registrou 2,70%.

O volume de serviços recuou 0,1% em novembro, na comparação com o mês anterior, após dois resultados positivos em setembro e outubro. Já em relação a novembro de 2018, houve crescimento de 1,8%, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada hoje (14) pelo IBGE. No acumulado do ano, o setor avançou 0,9%.

Para o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, a leitura do mês mostra um saldo positivo para o setor no ano. “É uma acomodação dos últimos dois resultados. Tivemos setembro com alta de 1,5% e outubro com alta de 0,8%, acumulando 2,2% no período. Se analisamos de julho a novembro, o volume de serviços cresceu 2,9%”, explica, lembrando que o volume de serviços ainda está 9,8% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014.

De outubro para novembro, houve quedas em três das cinco atividades: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,7%), serviços de informação e comunicação (-0,4%) e serviços prestados às famílias (-1,5%).

“A perda de fôlego é explicada pelo recuo no setor de transportes, pressionado, principalmente, pelo transporte rodoviário de cargas, que é ligado à indústria, um setor que está tendo dificuldade. Então se há uma perda de ritmo na indústria, isso acaba impactando o transporte rodoviário de cargas”, diz Rodrigo Lobo.

“Tivemos um recuo também dos serviços de informação e comunicação, em decorrência da diminuição de serviços na tecnologia da informação e da exibição cinematográfica. Outro recuo foi nos serviços prestados às famílias, relacionados ao hotéis e serviços de bufê”, conclui o gerente da pesquisa. As taxas foram positivas em outros serviços (1,7%) e nos serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%).

No índice acumulado de janeiro a novembro de 2019, frente a igual período de 2018, o setor de serviços avançou 0,9%, com expansão em quatro das cinco atividades: serviços de informação e comunicação (3,3%), outros serviços (5,2%), serviços prestados às famílias (3,3%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,5%). A única influência negativa do acumulado de janeiro a novembro de 2019 ficou com o segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,6%).

Regionalmente, em relação a outubro, o volume de serviços recuou em 16 das 27 unidades da federação, com destaque para Mato Grosso (-5,7%), Minas Gerais (-1,1%), Pernambuco (-3,0%), Santa Catarina (-1,8%) e Espírito Santo (-3,5%). Já os principais resultados positivos em termos regionais vieram do Rio de Janeiro (0,8%) e do Distrito Federal (0,9%).

A CAIXA anunciou, nesta quarta-feira (30), as novas taxas de juros para financiamentos de imóveis com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e saldos devedores atualizados pela Taxa Referencial (TR). A taxa efetiva mínima para imóveis residenciais enquadrados nos Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) será de TR + 6,75% a.a. e a taxa máxima será de TR + 8,50% a.a., redução de 0,75 p.p. e 1,0 p.p, respectivamente. As taxas valem para novos contratos e estarão vigentes a partir do dia 06 de novembro.

 

“A CAIXA é o banco de todos os brasileiros e trabalha com políticas diferenciadas de juros para oferecer à população as melhores condições de aquisição da casa própria”, comenta o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães. Ele explica ainda que, matematicamente, esses movimentos de redução de juros permitem a ampliação do acesso à moradia pela prática de preços mais competitivos, além de apoiar o setor produtivo da construção civil com todos os efeitos multiplicadores que tem na geração de emprego e renda.

 

Além das taxas corrigidas pela TR, a CAIXA também oferece, à escolha do cliente, a alternativa de crédito para imóveis residenciais com recursos do SBPE corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A tabela comparativa a seguir contém as taxas de juros dos financiamentos imobiliários com recursos do SBPE, de acordo com o fator de correção:

 

TAXAS DE JUROS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO

SBPE

TR +

IPCA +

Mínima

6,75%

2,95%

Máxima

8,50%

4,95%

 

As simulações poderão ser realizadas no site da CAIXA, onde o cliente pode comparar os juros e as condições para obtenção do financiamento.

 

Medidas da CAIXA para o crédito imobiliário:

Esta é a terceira redução da taxa de juros promovida pela CAIXA neste ano. No último dia 08, a CAIXA anunciou a redução de até 1,0 p.p. das taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do SBPE. Em junho, o banco já havia anunciado outra redução de até 1,25 p.p. nas taxas, além de alternativas para renegociação de contratos habitacionais para pessoa física, ainda vigentes.

 

Desde agosto, além da correção dos financiamentos pela TR, a CAIXA também lançou, de forma pioneira e revolucionária no mercado, a possibilidade de crédito para aquisição de imóveis com taxas corrigidas pelo IPCA.

 

Assessoria de Imprensa da CAIXA

 

Um dos setores mais complexos de uma Prefeitura é do de licitações, pois realizar compras e adquirir os mais diversos equipamentos requisita conhecimento, qualificação e atenção às regras.
Em Anta Gorda, o setor de licitações tem se destacado pelo trabalho que otimiza a economia do município. Por meio de licitações idôneas e que não causam problemas, o setor tem conseguido baixar preços e adquirir o que se precisa com qualidade.
O secretário da Fazenda e pregoeiro do município, Mateus Pianezzola explica que em Anta Gorda existem duas comissões responsáveis pelas licitações. “A comissão permanente que tem três titulares e seus suplentes e a comissão do pregão são os dois grupos que hoje realizam licitações aqui”, diz.


Categorias
Segundo Pianezzola, há várias formas de se licitar uma compra: tomada de preço, concorrência, carta convite e o pregão presencial no qual, o pregoeiro e seus suplentes escolhem as melhores propostas antes de abrir os envelopes.
Em 2020, Anta Gorda também realizará licitações em pregão eletrônico, no qual, o pregoeiro não deve conhecer quem são os concorrentes e é uma categoria que será obrigatória. “Já estamos nos preparando para implantar o pregão eletrônico e nos qualificar para isso”.
Frequência
O pregoeiro ressalta que a frequência de licitações depende da demanda. “No início do ano realizamos muito mais licitações, pois é a época em que planejamos o que vamos usar o ano todo e após vamos realizando o trivial”, pontua Pianezzola.
Outra forma que o setor realiza, é por meio de registro de preços, que otimiza o valor e a quantidade. “Um exemplo é a brita, pois compramos uma determina quantia e vamos pegando aos poucos”, diz.


Fase interna
Pianezzola conta que um dos diferenciais do setor de licitações de Anta Gorda é dar prioridade e atenção máxima à fase interna da licitação. “Elaborar a descrição dos objetos com cautela e buscamos sempre fazer isso em conjunto com o secretário, com descrições que contemplem todas as características é muito importante. Depois disso também se faz uma pesquisa de preço de mercado e se rem o preço médio daquele produto”, afirma.
De acordo com ele, ter cuidado nesta etapa otimiza muito a economia. “Depois aparecem vários interessados e eles são obrigados a reduzir um pouco a sua margem de lucro para conseguir ganhar a licitação e é aí que conseguimos economizar”.


Princípios e qualificação
Pianezzola ressalta que as comissões de licitação trabalham com vários princípios que os tornam referência na região. “Utilizamos os princípios da economicidade, legalidade, transparência e isso para dar oportunidade a todos, não priorizando nenhum fornecedor, mas sim, comprando do menor valor e garantir a economia, afirma. Para ele, as comissões devem estar sempre qualificadas e atualizadas nas novas regras. “Fazendo isso de forma organizada a gente consegue estipular um real passo de diferença. A comissão tem que estar qualificada, pois sempre estão surgindo regras novas e temos que estar por dentro”. Para ele, ser pregoeiro é uma função de responsabilidade. “Como pregoeiro, sinto que tenho uma grande responsabilidade, agradeço a confiança que foi depositada na nossa comissão, e destaco que ela é muito séria e empenhada”.